" ...Le nostre donne seminavano il mais e appena terminavano facevamo una festa e danzavamo la danza della gru, nella quale si univano a noi, con i loro abiti migliori e decorati con piume. Durante questa festa i nostri giovani guerrieri sceglievano la giovane che desideravano sposare. Il ragazzo informava la propria madre, la quale parlava con la madre della ragazza per organizzare le cose e stabilire il momento in cui egli doveva pesentarsi. Egli andava alla capanna quando tutti erano addormentati, o fingevano di esserlo; accendeva i suoi fiammiferi, che gli erano stati dati a proposito, e presto tovava il luogo in cui dormiva la sua amata. Quindi la svegliava, tenendo la fiamma vicino al proprio viso affinché lei potese riconoscerlo e infine avvicinava la fiamma a lei. Se lei vi soffiava sopra, la cerimonia era finita e lui si presentava alla capanna il mattino seguente come uno della famiglia. Se invece la ragazza non spegneva la fiamma e la lasciava consumare egli si ritirava dalla capanna per restarne fuori il giorno seguente a suonare il flauto. Le giovani donne allora uscivano una ad una per capire per chi suonava, e i cambiamenti delle tonalità lasciavano capire se non stava suonando per la ragazza che il suonatore aveva di fronte in quel momento. Quando la prescelta si presentava sulla soglia, egli continuava con la sua melodia di corteggiamento finché ella tornava nella capanna. Allora egli smetteva di suonare e quella stessa notte faceva un altro tentativo, che in genere aveva esito positivo. Durante il primo anno i due giovani si assicuravano di andare d'accordo e di essere felici, altrimenti si dividevano e avrebbero cercato un nuovo compagno. Se avessimo dovuto vivere insieme in disaccordo, saremmo dovuti essere pazzi come i bianchi! Nessuna critica poteva amareggiare una donna nella capanna dei suoi genitori: indipendentemente da quanti bambini portasse a casa, era sempre la benvenuta e la pentola era sempre sul fuoco per sfamarli... "
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" ...As nossas mulheres semeavam o milho e logo que terminvam se fazia uma festa dançavamos a dança da garça, na qual elas se univam a nos, com os vistidos melhores e decorados com plumas. Durante essa festa os nossos jovens guerreiros escolhiam a jovem que desejavam como esposa. O garoto informava a propria mae, que falava com a mae da menina para organizar as coisas e estabelecer o momento em que ele devia se apresentar. Ele ia na cabana quando todos dormiam, ou fingiam dormir; acendia seus fosforos, que lhe eram dados para aquilo, e rapido achava o lugar onde dormia a sua amada. Entao ele acordava ela, tendo a chama perto do proprio rosto para que ela o reconhecesse, e depois aproximava a chama a ela. Se ela assoprava em cima, a ceremonia acabava e ele apresentava-se na manha seguente na cabana como um da familia. Se, pelo contrario, a meina nao apagava a chama e a deixava consomir, ele retirava-se da cabana para ficar fora dela o dia seguente tocando flauta. As jovens mulheres entao saiam uma de cada vez para intender para quem estivesse tocando a musica, e os mudamentos de tom deixavam intender se ele nao estava tocando pela moça que tinha na frente naquele momento. Quando a escolhida se apresentava na porta, ele continuava a melodia até que ela nao voltasse na cabana. Entao ele parava de tocar e aquela mesma noite fazia mais uma tentativa, que geralmente tinha exito positivo. Durante o primeiro ano os dois jovens se asseguravam do que estavam bem junto, de acordo e sendo felizes, ou entao se dividiam e deveriam procurar um novo companheiro. Se a gente tivesse que viver junto em desacordo, iriamos dever ser loucos igual os brancos! Nenhuma critica podia amargurar uma mulher na cabana dos pais dela: independentemente de quantas crianças ela levasse para casa, iria sempre ser bem acolhida e a panela sempre no fogo para dar comida para os meninos... "
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" ...As nossas mulheres semeavam o milho e logo que terminvam se fazia uma festa dançavamos a dança da garça, na qual elas se univam a nos, com os vistidos melhores e decorados com plumas. Durante essa festa os nossos jovens guerreiros escolhiam a jovem que desejavam como esposa. O garoto informava a propria mae, que falava com a mae da menina para organizar as coisas e estabelecer o momento em que ele devia se apresentar. Ele ia na cabana quando todos dormiam, ou fingiam dormir; acendia seus fosforos, que lhe eram dados para aquilo, e rapido achava o lugar onde dormia a sua amada. Entao ele acordava ela, tendo a chama perto do proprio rosto para que ela o reconhecesse, e depois aproximava a chama a ela. Se ela assoprava em cima, a ceremonia acabava e ele apresentava-se na manha seguente na cabana como um da familia. Se, pelo contrario, a meina nao apagava a chama e a deixava consomir, ele retirava-se da cabana para ficar fora dela o dia seguente tocando flauta. As jovens mulheres entao saiam uma de cada vez para intender para quem estivesse tocando a musica, e os mudamentos de tom deixavam intender se ele nao estava tocando pela moça que tinha na frente naquele momento. Quando a escolhida se apresentava na porta, ele continuava a melodia até que ela nao voltasse na cabana. Entao ele parava de tocar e aquela mesma noite fazia mais uma tentativa, que geralmente tinha exito positivo. Durante o primeiro ano os dois jovens se asseguravam do que estavam bem junto, de acordo e sendo felizes, ou entao se dividiam e deveriam procurar um novo companheiro. Se a gente tivesse que viver junto em desacordo, iriamos dever ser loucos igual os brancos! Nenhuma critica podia amargurar uma mulher na cabana dos pais dela: independentemente de quantas crianças ela levasse para casa, iria sempre ser bem acolhida e a panela sempre no fogo para dar comida para os meninos... "
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